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Representantes sindicais se reúnem com deputados por reajuste do mínimo regional.

publicada em 24 de fevereiro de 2016

Representantes sindicais se reúnem com deputados por reajuste do mínimo regional.



Representantes de entidades de trabalhadores estiveram na manhã desta terça-feira na Assembleia Legislativa para pedir agilidade na votação do salário mínimo regional. Eles foram recebidos pela presidente da Casa, Silvana Covatti, e outros parlamentares que devem intermediar as demandas das classes sindicais.

O presidente da União Geral dos Trabalhadores no Estado do Rio Grande do Sul (UGT-RS), Paulo Roberto Barck, disse que também defende que a aprovação do projeto que prevê aumento de 9,612% e complementação do percentual em maio para chegar a 11,3%, índice pedido pelas categorias. Conforme ele, mais de 1,5 milhão de gaúchos recebem com base no mínimo regional e não são representados por sindicatos.

Conforme a CUT, o mínimo regional pode aquecer a economia gaúcha e ainda contribui com a valorização dos trabalhadores. O estímulo ao consumo e à produção devem auxiliar na geração de emprego e renda. Como não está em regime de urgência, é necessário que seja colocado na pauta com agilidade. Após a audiência com a presidente, as entidades estiveram nos gabinetes dos deputados para sensibilizá-los quanto à apreciação.

Na segunda semana de fevereiro, o governo do Estado encaminhou à Assembleia Legislativa o projeto de reajuste. A proposta considera a variação do salário médio dos trabalhadores do setor privado nacional apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) entre o terceiro trimestre de 2014 e o mesmo período de 2015 (último dado disponível).

Se aprovado e sancionado, o valor passa das cinco faixas salariais, que atualmente variam de R$ 1.006,88 a R$ 1.276, de acordo com o segmento profissional, ficam entre R$ 1.103,66 a R$ 1.398,65.

O valor incide sobre o salário de categorias de trabalhadores que não têm convenções ou acordos coletivos e aqueles que vivem na informalidade. O reajuste vai beneficiar 1,13 milhão de trabalhadores no Estado, tanto em empregos formais quanto informais.

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